Balanço Final - Liga NOS 18/ 19

A análise detalhada ao campeonato em que houve um antes e um depois de Bruno Lage. Em 2018/ 2019 houve Reconquista.

Prémios BPF Liga NOS 2018/ 19

Portugal viu um médio carregar sozinho o Sporting, assistiu ao nascer de um prodígio, ao renascer de um suiço, sagrando-se campeão quem teve um maestro e um velocista.

Balanço Final - Premier League 18/ 19

Na melhor Liga do mundo, foram 98 contra 97 pontos. Entre citizens e reds, entre Bernardo Silva e van Dijk, ninguém merecia perder.

Os Filmes mais Aguardados de 2019

Em 2019, Scorsese reúne a velha guarda toda, Brad Pitt será duplo de Leonardo DiCaprio, Greta Gerwig comanda um elenco feminino de luxo, Waititi será Hitler, e Joaquin Phoenix enlouquecerá debaixo da maquilhagem já usada por Nicholson ou Ledger.

21 Novas Séries a Não Perder em 2019

Renasce The Twilight Zone, Ryan Murphy muda-se para a Netflix, o Disney+ arranca com uma série Star Wars e há ainda projectos de topo na HBO e no FX.

9 de fevereiro de 2012

Nacional 1-3 Sporting

    "Quem não chora, não mama", já dizia o povo. O Sporting tanto chorou que acabou por mamar.

    Durante os primeiros minutos assistiu-se à tentativa de ambas as equipas de terem mais posse de bola. O Sporting acabou por ter o seu ascendente nessa fase do jogo, embora a forte pressão de parte a parte e a enorme preocupação em não cometer erros tenha feito com o jogo se arrastasse nos primeiros minutos, a bom ritmo e com intensidade, mas sem grandes momentos de perigo. Muita disputa e raça mas que dava um ligeiro soninho. Sono que desapareceu quando João Pereira fez um estrondoso remate à barra... da baliza de Rui Patrício. Acabou por ser o primeiro lance de real perigo no jogo. Depois, com Moreno fora de campo por se ter lesionado, e sem ainda se ter realizado a substituição (nada de ilegal, são coisas que acontecem), o Sporting chegou à vantagem num grande pontapé de meia distância do regressado Fito Rinaudo.
    
    Na segunda parte, o Nacional não baixou os braços e continuou a disputar o jogo de igual para igual até Pedro Proença aparecer no jogo e expulsar Mario Rondón que fez um grande corte. Proença entendeu que foi falta e deu ainda amarelo ao pobre venezuelano que nem falta fez.

    Mesmo com dez... o Nacional não baixou os braços e marcou mesmo por intermédio de Diego Barcellos. Cruzamento longo de Claudemir e Diego a cabecear para o ângulo superior esquerdo perante a imensa apatia da defesa leonina.

    Eis que... Proença surge de novo. Lance de ataque na área do Nacional, Insua disputa a bola com Claudemir e o jogador do Sporting acaba por perder posição para o brasileiro, atirando-se para o chão. Conclusão: Proença, no seu entender, achou que era grande penalidade. Chamado à conversão, Van Wolfswinkel não falhou.

    A partir do golo da equipa verde e branca, os jogadores do Nacional ficaram extremamente nervosos e entravam grande parte das vezes à queima. Houve ainda um lance em que Mateus podia ter feito o 2-2, mas Xandão fez um grande corte que deu... pontapé de baliza.

    Pedro Caixinha pedia à equipa para subir toda e para procurarem o golo, mas foi num contra-golpe que o Sporting acabou por dilatar a vantagem num bom trabalho de João Pereira a tirar vários jogadores do Nacional da frente e a finalizar picando a bola por cima de Marcelo Valverde.

    O Sporting garantiu assim a ida ao Jamor em que defrontará a Académica de Pedro Emanuel.

    Um destaque ainda para Pedro Caixinha. O treinador do Nacional sabe exprimir-se muito bem, como tal, a sua conferência de imprensa só teve quatro perguntas. Três de resposta breve, e uma que respondeu a todas as que os jornalistas tinham na cabeça, literalmente, calando-os. Caixinha apenas referiu o óbvio, mas que os jornalistas teimam em perguntar no fim do jogo. Pergunto-me se os jornalistas procuram detectar hipócritas ou se são mesmo... um pouco... palermas. TM

Nacional 1 - 3 Sporting

Nacional: Vladan (Marcelo); Claudemir, Neto, Danielson, Marçal; Moreno (Skolnik), Todorovic (Keita), Candeias, Diego Barcellos, Mateus, Mário Rondón.
Treinador: Pedro Caixinha

Sporting: Rui Patrício; João Pereira, A. Polga, Xandão, Insúa; Rinaudo (Seba Ribas), Elias, Matías Fernández; Diego Capel (Evaldo), Carrillo, Wolswinkel (Carriço).
Treinador: Domingos Paciência

Golos: 0-1 18’ Fito Rinaudo; 1-1 63’ Diego Barcellos; 1-2 75’ Wolswinkel (pen.); 1-3 90’ João Pereira.

Melhor em campo "Barba Por Fazer": Fito Rinaudo.

8 de fevereiro de 2012

A Caminho dos Óscares

Bridesmaids

Realizador: Paul Feig
Argumento: Kristen Wiig, Annie Mumolo
Elenco: Kristen Wiig, Maya Rudolph, Rose Byrne, Melissa McCarthy
Classificação IMDb: 6.9

Adormeci ao fim de 1 hora de filme. Mas não se deixem influenciar por isto. Eu estava bastante cansado, a culpa não foi do filme. Desculpa filme. “Bridesmaids” é uma comédia romântica, bem idealizada por Kristen Wiig (a actriz principal do filme) e por Annie Mumolo, e que tem um tipo de humor muito feminino, mas eu gosto desse tipo de humor. Muito rapidamente e porque a sinopse não é o forte do filme, Annie (Kristen Wiig) é uma mulher com a vida virada do avesso, cuja melhor amiga Lillian (Maya Rudolph) se vai casar. O filme aborda todos os passos rumo ao casamento, as quezílias entre as damas de honor e a tentativa de Annie de conseguir dar finalmente um rumo à sua vida. Ok, desisto, sinto-me uma mulher a escrever na Maria. Vamos abreviar a coisa. “Bridesmaids” fez-me rir mais do que uma vez, tem alguns momentos e personagens que valem a pena. Melissa McCarthy, que faz de Megan (uma das damas de honor) está nomeada para melhor actriz secundária. Para dar uma ideia, ela é de certa forma um Zach Galifianakis (dos filmes A Ressaca e Due Date) mas em versão feminina. Está nomeada para melhor actriz secundária uma mulher que defeca num lavatório. Isto foi nojento de escrever, e agora vou ali gregar-me. Adeus. E obrigado pela atenção.

War Horse

Realizador: Steven Spielberg
Argumento: Lee Hall, Richard Curtis, Michael Morpurgo
Elenco: Jeremy Irvine, Emily Watson, Niels Arestrup, Tom Hiddleston, Celine Buckens, David Kross
Classificação IMDb: 7.3

Já me greguei. E voltei para este. Se não lerem o texto de cima e começarem neste, este início soa de forma extremamente estranha. Activar modo sério e cá vai:
War Horse é, muito sinceramente, uma das agradáveis surpresas que tive ultimamente a nível de cinema. Antes de ver o filme, é fácil dizer que a sinopse é, numa linguagem muito directa: ah era uma vez um rapaz e o seu cavalinho, e de repente o cavalinho vai para a guerra, o que é uma chatice e anda por lá a correr. Depois de ver o filme, que é assim a tender para o grande, a opinião muda um bocadinho. Steven Spielberg já nos mostrou muita coisa: dinossauros num parque, um alien que comia rebuçados, judeus, um robot com emoções, entre outros. Desta vez decidiu o judeu Spielberg (sinto-me um bocado hitleriano a dizer isto) baseou-se num conto para crianças de Michael Morpurgo passado antes e durante a 1ª Guerra Mundial e fez um bom filme. Portanto o rapaz tem um cavalo, treina o cavalo, e depois o cavalo é vendido e levado para a guerra onde combate, não diria lado a lado mas, por baixo de soldados ingleses. Durante a guerra, o cavalo Joey (agora é que o texto perdeu toda a credibilidade) vai resistindo, acaba por pertencer também a uma jovem rapariga e às tropas alemãs até, no final da guerra… Ahhh já ia contar o final pá. Spielberg dá-nos um filme que vale a pena ver, que começa duma forma um pouco chata mas vai cativando a pessoa e talvez os cavalos que o vejam possivelmente também gostarão. O percurso do galhardete do regimento do pai de Albert Narracott (Jeremy Irvine), que se virem o filme compreenderão do que falo, e o momento em que um soldado inglês e um soldado alemão se juntam para libertar o cavalo do arame farpado são boas coisas que este War Horse deixa no mundo do cinema. A nível de interpretações, toda a gente se safa mas é um daqueles filmes que vale pela história e não pelos desempenhos dos actores. War Horse conta com 6 nomeações para os Óscares (Melhor Filme e 5 nomeações técnicas – Melhor Fotografia, Melhor Direcção Artística, Melhor Banda Sonora, Melhor Mistura de Som e Melhor Edição de Som). MP

Garganta Afinada. Top 20 ( nº 52 )

Neste top não teremos uma banda. Desta vez, será "apenas" um intérprete. Odiado por muitos, amado por outros. Bastante polémico. Mas ninguém pode negar que Kanye West é dos melhores artistas a nível internacional. Ele mudou o Hip-Hop, não se podendo comparar com Eminem, por exemplo. Eminem é Hip-Hop puro (e o melhor no género musical), enquanto que Kanye é um artista que junta Hip-Hop a R&B, Pop Rap, Música Alternativa, Música Electrónica, elevado a infinitos. O seu último álbum foi mesmo considerado pela crítica como uma obra-prima. Aqui deixamos, no nosso entender, o seu Top 20.

TEMA : KANYE WEST



1. Kanye West - Pinocchio Story (Freestyle Live from Singapore)
2. Kanye West ft. John Legend - Blame Game
3. Kanye West - Runaway 
4. Kanye West ft. Bon Iver - Lost in the World 
5. Kanye West - Coldest Winter 
6. Kanye West - Heartless 
7. Kanye West ft. Rihanna & Kid Cudi - All of the Lights 
8. Kanye West - Say You Will 
9. Kanye West ft. Drake & Lupe Fiasco - Latitude 
10. Kanye West - Dark Fantasy 
11. Kanye West - Street Lights 
12. Kanye West - Bad News 
13. Kanye West ft. T-Pain - Good Life 
14. Kanye West ft. Lil Wayne - See You in My Nightmares 
15. Kanye West - POWER 
16. Kanye West - Love Lockdown 
17. Kanye West ft. Kid Cudi - Welcome to Heartbreak 
18. Kanye West ft. Chris Martin - Homecoming 
19. Kanye West - Amazing 
20. Kanye West - Stronger 

7 de fevereiro de 2012

Músicas que Andam Por aí

Atendendo ao facto de estarmos agora a apostar nos tops temáticos (e assim iremos continuar por algum tempo), não queríamos deixar de sugerir algumas músicas que apareçam, que andemos a ouvir e que queiramos partilhar. Assim sendo, de forma aleatória aparecerão de tempos a tempos uns "Músicas que Andam Por Aí". Hoje mostramos uma música dos Sleeperstar, que integra a banda sonora do nomeado para os Óscares "Extremely Loud & Incredibly Close"; dois duetos, um do em ascensão Gotye com a (até agora) desconhecida Kimbra e outro que reúne 2 artistas já mais badalados: Lil Wayne e Bruno Mars. Mostramos ainda um trabalho dos Orelha Negra, que actuaram no CCB no dia 21 de Janeiro; a até agora mais conhecida obra de Michael Kiwanuka, considerado uma das grandes promessas musicais para 2012 e, por fim, "The Keeper" - de Chris Cornell, aquele que Eddie Vedder disse um dia ser, a seu ver, a melhor voz do mundo.


Sleeperstar - Everything Must Find Its Place

Gotye ft. Kimbra - Somebody That I Used to Know

Lil Wayne ft. Bruno Mars - Mirror

Orelha Negra - 961 919 169

Michael Kiwanuka - Home Again

Chris Cornell - The Keeper

MP. TM.


6 de fevereiro de 2012

A Caminho dos Óscares

A Better Life

Realizador: Chris Weitz
Argumento: Eric Eason, Roger L. Simon
Elenco: Demián Bichir, José Julián
Classificação IMDb: 6.9

Vou ser sucinto – “A Better Life” é um daqueles filmes em que o pai vive sozinho com o filho e falam pouco. O filho corre o risco de ir por maus caminhos, face aos gangues lá do sítio e o pai (um jardineiro mexicano, ilegal nos EUA) esfola-se a trabalhar para conseguir dar uma boa vida ao filho e mantê-lo longe dos gangues (que são o caminho mais fácil). “A Better Life” é uma boa história pai/ filho, do realizador de “About a Boy” (com Hugh Grant e o agora crescido Nicholas Hoult), é um filme muito humano (que comentário estranho este, parece que sou um alien a comentar um filme) e que conta com boas interpretações do pai Demián Bichir e o filho José Julián. No nosso dia a dia todos nós somos pessoas comuns, mas todos podemos ser heróis de vez em quando, por alguém, por uma decisão que tomamos ou por algo que fazemos (ou não fazemos). E as famílias fazem-se assim, de sacrifícios, promessas e valores. Esta saiu bem pá. F***-se! Ah, já agora, e porque isto está no espaço “A caminho dos Óscares”, Demián Bichir foi a surpresa entre os nomeados para melhor actor principal – uma nomeação que não é um crime, porque faz um bom papel, mas se fosse eu a escolher 5 ele não constaria nesse quinteto. Num filme do mesmo género, Will Smith em A Busca da Felicidade teve, em 2006, um desempenho parecido (mas melhor) e também acabou nomeado nos Óscares de 2007. Considerando que no ano passado Javier Bardem (espanhol) foi nomeado e este ano está Demián Bichir, julgo que todos os chilenos, peruanos e argentinos estão convocados para no próximo ano serem candidatos a um lugar no top5 de melhores actores.

Margin Call

Realizador: J. C. Chandor
Argumento: J. C. Chandor
Elenco: Zachary Quinto, Kevin Spacey, Stanley Tucci, Paul Bettany, Jeremy Irons, Penn Badgley, Demi Moore, Simon Baker
Classificação IMDb: 7.2

O timing e pertinência dum filme podem muito bem catapultar qualquer filme para outros voos, diferentes daqueles que conseguiria normalmente. Margin Call é um exemplo disso – um filme sobre a origem, o início da crise económica. O filme, escrito e realizado por J. C. Chandor, inspira-se na crise económica de 2007-2008 e acompanha o período de 24 horas vivido num banco de investimentos pelos funcionários do mesmo ao aperceberem-se, através de projecções financeiras e análise, que uma crise financeira se aproximava a passos de gigante. J. C. Chandor mostra a realidade pura e crua do mundo financeiro, a disparidade de vencimentos entre chefias e trabalhadores, quão fácil é, para quem manda, despedir pessoas para não perder o tamanho da sua fatia do bolo, ou até poder aumentá-la. Integrando um elenco de qualidade, Kevin Spacey, Jeremy Irons e Stanley Tucci não sabem ser maus actores, Zachary Quinto (mais conhecido pela personagem Sylar na série Heroes) é o responsável por conseguir descobrir o que se avizinhava economicamente para todo o mundo (e que podia ser, consoante as decisões dos mais poderosos, evitável até certo ponto ou pelo menos não tão inflacionado) e Paul Bettany, não fazendo um papelão, mantém a qualidade já apresentada noutros filmes, como “Uma Mente Brilhante”, por exemplo. Um filme que vale a pena ver, uma viagem aos bastidores do mundo dos investimentos e da génese da crise, onde se percebe realmente que muitas vezes somos fantoches manipulados face às decisões egoístas de quem não quer perder milhões. Nomeado para melhor argumento original pela Academia, não vencerá nesta categoria mas a nomeação foi totalmente justificada. MP

Garganta Afinada. Top 20 ( nº 51 )

Não somos os maiores fãs do mundo dos Coldplay. Mas reconhecemos o talento da banda formada pelo incontornável Chris Martin e por Jon Buckland, Will Champion e Guy Berryman. É pena o facto de terem vindo a diminuir a qualidade ao longo do tempo (entre "Parachutes" e "X & Y" estão concentradas as verdadeiras músicas que definem esta banda), porém a comercialização das suas músicas parece agradar à generalidade das pessoas, que passaram a venerá-los após temas como "Viva la Vida" ou "Paradise". "Do you know how I know you're gay? You like Coldplay" - toda a gente gosta deles, nem que seja um pouco, mas às vezes parece mal admitir. Impressionaram no Alive'11 e impressionarão no Porto este ano. Para todos os efeitos, os Coldplay são e serão sempre uma das mais marcantes bandas deste século.

TEMA : COLDPLAY


1. Coldplay - Fix You
2. Coldplay - The Scientist
3. Coldplay - Yellow (Acoustic) 
4. Coldplay - In My Place 
5. Coldplay - Clocks 
6. Coldplay - Careful Where You Stand 
7. Coldplay - Lost 
8. Coldplay - A Message 
9. Coldplay - See You Soon 
10. Coldplay - Every Teardrop is a Waterfall 
11. Coldplay - Christmas Lights 
12. Coldplay - Talk 
13. Coldplay - Trouble 
14. Coldplay - Speed of Sound 
15. Coldplay - Sparks 
16. Coldplay - X & Y 
17. Coldplay - Charlie Brown 
18. Coldplay - I Ran Away 
19. Coldplay - We Never Change 
20. Coldplay - Don't Let it Break Your Heart 

Benfica 3-0 Marítimo

    O Benfica ganhou... outra vez. "Normal..."

    Uma exibição segura e que me orgulha bastante. Eu não adoro porque um homem não adora coisas, mas gosto muito de ver o meu clube a jogar à bola. Senti necessidade de confessar tal coisa.


    Tudo começou com uma "cavalgada" do ex-jogador do Benfica, Sami. Levou tudo à frente, atropelou Maxi Pereira (sem qualquer falta), mas no momento de enfrentar Eduardo... vacilou. O guardião português fez uma grande mancha e acabou por roubar a bola ao guineense. Não tinha passado de um susto para os benfiquistas que estavam nas bancadas.


    O lance de ataque do Marítimo acabou por catapultar o Benfica para o ataque. Foi um jogo de muitos pormenores individuais e foi com um de Saviola que se inaugurou o marcador. O argentino trabalhou bem no meio campo e serviu na perfeição o vice-campeão mundial Nelson Oliveira que, isolado, não perdoou.

    O Estádio da Luz assistia a uma esforçada e muito boa exibição de Nelson Oliveira. Ele colocava no jogo alguma velocidade e as suas arrancadas eram um quebra-cabeças para os maritimistas.

    Ainda no primeiro quarto de hora da segunda parte, foi mostrado um vermelho directo a Pouga extremamente exagerado. Foi apenas uma disputa de bola em que o jogador do Marítimo faz de facto falta, mas nem sequer era para amarelo. A expulsão penalizou o Marítimo que, com onze causava pouco ou nenhum perigo, com dez foi obrigado a entregar o jogo ao Benfica.

    Pouco depois foi a vez de outro grande jogador do Benfica marcar. Nelson arrancou pela direita, deu para Gaitán que, com classe, serviu Rodrigo.

    Passados menos de dez minutos, Gaitán isola Rodrigo na direita e Salin saiu-se pensando que estaria a ter um duelo de velocidade com Cardozo. Conclusão... Rodrigo tira Salin da frente e marca sem qualquer dificuldade. Digamos que o guardião do Marítimo se precipitou e não foi... um pouco.


    Chegou o momento esperado pela grande maioria dos adeptos. Yannick ia entrar. Eu não percebi a tamanha excitação com o rapaz... Julguei mesmo que não ia entrar porque Jorge Jesus não costuma fazer as vontades aos adeptos mas sim faz o que acha mais certo. Lá achou que o Yannick deveria entrar. Entrou entre muitos aplausos dos benfiquistas e quase marcou. Faltou-lhe força no remate. Houve ainda tempo para um momento de inveja de Nolito que não deixou Cardozo ultrapassar Eusébio, desperdiçando um golo com um mau chapéu.


    Espera-se então um SL Benfica - FC Porto a 21 de Março. TM

Benfica 3 - 0 Marítimo

Benfica: Eduardo; Maxi Pereira, Jardel, Garay, Capdevila; Javi Garcia, Aimar, Gaitán (Yannick), Nolito; Saviola (Rodrigo), Nelson Oliveira (Cardozo).

Marítimo: Salin; Briguel, João Guilherme, Roberge, Luís Olim; Rafael Miranda (Heldon), Roberto Souza, João Luiz (Benachour), Danilo Dias, Sami (Igor); Pouga.


Golos: 1-0 13' Nelson Oliveira; 2-0 74' Rodrigo; 3-0 81' Rodrigo.


Melhor em campo "Barba Por Fazer": Nelson Oliveira.

5 de fevereiro de 2012

Porto 2-0 Vit. Setúbal

    Os adeptos do Porto amam Lucho González. E amam muito. Nos primeiros vinte minutos cantarolaram o seu nome sem parar.

    O Porto derrotou o Setúbal sem grandes dificuldades. O primeiro lance que me chamou à atenção começou num passe extraordinário de Lucho para Danilo que após cruzar para a área, obriga Ney Santos a um corte defeituoso que quase culminou num auto-golo.

    Posteriormente, houve um fora-de-jogo mal tirado a Meyong, que o deixava cara-a-cara com Bracalli. Pouco tempo depois, faz-se magia. Após um centro rasteiro de Danilo, o defesa do Vitória alivia para fora da área servindo de bandeja "El Comandante"  e sua mosca que, com extrema classe, coloca a bola em jeito no canto superior direito da baliza de Ricardo Matos.

    O jogo praticamente só deu Porto e Janko ia dando sinais de que o Porto tinha achado o que precisava... um bom ponta de lança.


    E foi mesmo o gigante austríaco com sua fita azul e branca no pulso que encostou após passe de James Rodríguez aumentando a vantagem que já se perspectivava dos azuis e brancos.

    Não foi um jogo impressionante, mas o Porto foi a única equipa que quis ganhar e revelou bastantes melhorias no seu jogo. O meio campo com Defour, Moutinho e Lucho resultou muito bem e Varela pareceu estar a voltar ao seu nível. Destaque também para o Danilo que esteve muito bem ofensivamente, mas ainda aparenta muitas carências defensivamente. Ainda precisa de se adaptar melhor ao futebol europeu. TM


Porto 2 - 0 Vit. Setúbal

Porto: Bracalli; Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro (Alvaro Pereira); Fernando (Defour), João Moutinho, Lucho; Varela, C. Rodríguez (James Rodríguez), Janko.

Vit. Setúbal: Ricardo Matos; Ney Santos, Ricardo Silva, Igor, Miguelito; Bruno Amaro, Hugo Leal (Djikiné), Jorge Gonçalves (Rafael Lopes), Neca, Kiko (Targino); Meyong.

Golos: 1-0 24' Lucho González; 2-0 68' Janko.

Melhor em campo "Barba Por Fazer": Lucho González.

Sporting 0 - 1 Gil Vicente

Choramingos é um bom novo nome para Domingos Paciência, não? Eu acho que sim. Adiante...          

O Sporting perdeu. “Normal..”. Só que desta vez teve uma consequência directa má – foi eliminado da taça da liga 2011/2012.

            O Gil Vicente (que tinha perdido por 6-1 em Alvalade quando o Sporting jogava à bola), depois de ter vencido o Porto por 3-1 para a liga, volta a fazer das suas, a demonstrar ser uma equipa madura, tacticamente disciplinada e consciente tanto das suas qualidades como dos seus “tendões de Aquiles”. Este Gil Vicente continua a evidenciar ser uma equipa bem comandada por Paulo Alves, em 3 jogos seguidos com os grandes consegue marcar 5 golos (3 do central Cláudio) e tornou-se claramente a equipa preferida dos benfiquistas por esta altura.

"Choramingos"
            Relativamente ao jogo, o Sporting voltou a não revelar grande ambição nem determinação e o central Onyewu (ou Oguchi, como Carriço o trata, pelo 1º nome portanto) acabou por dificultar as coisas para a equipa da casa ao derrubar por 2 vezes Hugo Vieira, das duas vezes em entradas merecedoras de amarelo. Hugo Vieira que, a par de Cláudio, André Cunha e Pedro Moreira (sem desfazer Rodrigo Galo, Richard e a boa entrada em jogo de Guilherme) foram os melhores jogadores do Gil hoje em Alvalade. No Sporting, viu-se Elias a correr muito, Capel a mexer com o jogo mas sem nunca dar consequência às suas jogadas e talvez Carrillo e Matiás como os 2 elementos com papel mais interessante do lado do Sporting. Não vi João Pereira e Evaldo no jogo, e deixar Insúa no banco num jogo que podia significar uma eliminação duma competição é, essencialmente, parvo. A nível de arbitragem, o penalty de Onyewu sobre Hugo Vieira pareceu-me claramente bem assinalado, e em cima da linha (logo é penalty), e o suposto penalty de Caiçara sobre Matiás talvez exista. Tenho dúvidas. Que não há intenção de Caiçara não há dúvidas, mas isso não quer dizer nada. Se eu der um tiro em alguém sem querer e essa pessoa morrer, parece-me que devo ser julgado e condenado. Mas a verdade é que não tenho a certeza se era ou não penalty. A verdade é que me parece que quando os jogadores em Portugal caiem de forma espalhafatosa, os árbitros tendem a não assinalar nada.

            Quanto à crise do Sporting, já me começa a cansar um bocadinho. Sempre a mesma coisa... Ano após ano... Presidente após presidente... Treinador após treinador... Com ou sem Liedson... Sempre os mesmos casos, sempre a mesma desorganização, sempre as mesmas lesões. E cheguei a uma de duas conclusões: o problema só pode estar numa de duas pessoas. Ou em ambas. Os dois únicos denominadores comuns a todos estes últimos anos de insucesso: Anderson Polga e... o roupeiro Paulinho. Mas sobretudo o Paulinho. Quiçá, "o bufo". Como é que eles são os culpados? Isso já não sei.

            Hoje vi um lenço branco em Alvalade (os câmaras da Sic não filmaram mais, ou então não havia mesmo mais). É que, se eu fosse do Sporting (obrigado pai), não saberia muito bem quem assobiar ou a quem mostrar um lenço branco. O culpado é o velhinho Godinho, que ainda há uns meses tinha construído uma estrutura e equipa exemplares que seria campeã nacional? O promissor treinador Domingos Paciência? Todos os novos jogadores? Ou o departamento médico do clube leonino? Ou todo o Sporting? Eu sinceramente não sei, mas Wolfswinkel deu recentemente uma entrevista na Holanda onde disse que as lesões acontecem porque, segundo ele, as coisas em Alvalade parece que são uma brincadeira, treina-se 1h por dia, e só mais a sério em vésperas de jogo, e daí segundo o avançado holandês os jogadores não terem capacidade para render mais nos jogos, e alguns ressentem-se e lesionam-se, pela falta de preparação.

Na quarta-feira o Sporting tem mais um importante jogo, com o Nacional da Madeira. Julgo que o Sporting conseguirá garantir um lugar na final, mas com o momento anímico actual... já não sei nada. MP

Ps: Nas redes sociais já vi sportinguistas a desejar a morte de todos os benfiquistas depois deste jogo. E também vi outros a dizerem que no lance da grande penalidade assinalada, a falta era do Hugo Vieira (uma joelhada de Hugo Vieira em Onyewu, segundo esse criativo ser vivo). Para essas pessoas recomendo graciosamente - Av. do Brasil, 53 - a morada do Júlio de Matos, para quem não sabe.

Sporting 0 – 1 Gil Vicente

Sporting: Marcelo; João Pereira (Rubio), Onyewu, A. Polga, Evaldo; André Santos (Carriço), Elias, Matiás, Carrillo (Izmailov), Diego Capel; Wolfswinkel.
Treinador: Domingos Paciência

Gil Vicente: Adriano; Daniel (Mauro), Cláudio, Halisson, Júnior Caiçara; Luís Manuel (Zé Luís), André Cunha, Pedro Moreira, Rodrigo Galo, Richard (Guilherme); Hugo Vieira.
Treinador: Paulo Alves

Golos: 0-1 54’ Cláudio (pen.)

Melhor em campo “Barba Por Fazer”: Hugo Vieira

4 de fevereiro de 2012

Garganta Afinada. Top 20 ( nº 50 )

Este é o top nº50, o que significa que celebramos hoje a chegada às 1000 músicas aqui publicadas/ sugeridas. Desta feita, alcançamos este número em família. Mais precisamente, com a família Followill. Caleb, Nathan e Jared são irmãos, Matthew é primo deles, e todos juntos formam os Kings of Leon. São já uma banda consolidada, com grammys em casa, fruto do álbum "Only by the Night" (2008) e mais precisamente da obra-prima "Use Somebody". Tentamos hoje, humildemente, escolher as 20 melhores músicas deles.

TEMA : KINGS OF LEON


1. Kings of Leon - Use Somebody
2. Kings of Leon - Cold Desert
3. Kings of Leon - Revelry 
4. Kings of Leon - Closer 
5. Kings of Leon - The End 
6. Kings of Leon - Pyro 
7. Kings of Leon - Notion 
8. Kings of Leon - Sex on Fire 
9. Kings of Leon - The Bucket 
10. Kings of Leon - Back Down South 
11. Kings of Leon - Radioactive 
12. Kings of Leon - True Love Away 
13. Kings of Leon - Day Old Blues 
14. Kings of Leon - The Face 
15. Kings of Leon - Manhattan 
16. Kings of Leon - Dusty 
17. Kings of Leon - Pickup Truck 
18. Kings of Leon - Tahilina Sky 
19. Kings of Leon - Knocked Up 
20. Kings of Leon - Mollys Hangover 

1 de fevereiro de 2012

Mercado de Inverno

    Olá pessoas estranhamente belas. O mercado de inverno do futebol europeu fechou hoje à meia noite. Assim sendo, só os clubes da América do Sul e da Rússia poderão ainda inscrever jogadores.
    Vamos comentar as transferências? Vamos pois!


    Começamos pelo maior. Yannick Djaló assinou a custo zero pelo Sport Lisboa e Benfica. Como MP me disse, quando este jogador estava no clube de Alvalade chamávamos-lhe Djaló, doravante chamar-lhe-emos Yannick. Só para começar a diferenciar a mudança na sua pessoa.
    Todos os sportinguistas gozaram nas redes sociais com esta contratação. E eu fiquei triste porque na altura pensei que eles tinham razões para gozar. Mas na realidade... Não têm! Yannick não está no Sporting. Yannick está no Benfica e é treinado por Jorge Jesus. A minha esperança no Yannick é precisamente a minha esperança no JJ. Jesus sabe retirar o melhor de cada jogador e, sobretudo, fazer deles homens.
    Sempre atribuí algumas qualidades ao avançado ex-sporting mas também sempre achei que era mentalmente muito fraco e que os treinadores não sabiam aproveitá-lo da melhor forma.
    Contudo, é uma transferência apenas mediática e não uma contratação de uma super-estrela. É apenas o Yannick e não um Pablo Aimar. Não vejo o novo avançado do Benfica a ganhar o lugar a nenhum habitual titular. No banco, à sua frente, ainda estão Saviola/Rodrigo e Nolito/Bruno César. Não será fácil Yannick. Mas concordo que nos poderá ajudar em alguns jogos e confio no grande Jorge Jesus. Um jogador define-se em quatro parâmetros: técnico, físico, mental e táctico. Yannick tem capacidade física e técnica, que é o importante para ter uma base de trabalho. Está agora a cargo do Benfica torná-lo capaz nas outras duas vertentes e a cargo de Maxi Pereira rapar seu cabelo rabiças. Nada melhor do que começar a tornar-se homem na parte estética para se inicializar a interiorização.
    Yannick, ex-Djaló, irá vingar de águia ao peito, deixará de ser tão rabiças, tornar-se-á um homem e Luciana Abreu deixará de mandar em casa (não necessariamente por esta ordem). É o que eu prevejo.


    Agora vamos ao norte onde tudo está... um pouco... confuso.
    Não sou de intrigas... mas o Vítor não anda a organizar bem a equipa. Despachou dois dos melhores jogadores que tinha e que foram importantíssimos nas conquistas de André Villas Boas (Guarín e Belluschi), mandou Fucile e Walter para o Brasil e Miguel Lopes para o Braga. A verdade é que foram buscar apenas o Lucho Gonzalez, Danilo e Janko. O gigante austríaco para o lugar do gordinho Walter. Danilo para o lugar de Fucile e quiçá para o lugar dum médio centro. Por fim, "El Comandante" Lucho para o lugar de Guarín e Belluschi. Comandante esse que bem há pouco tempo disse quem era o melhor em Portugal... O Benfica, pois claro. Vai para o Porto ganhar dinheiro, mas na hora de dizer quem é o melhor não vacila. Um rapaz inteligente, este argentino de 31 anos...
    Ora... o que eu acho é que começaram a despachar jogadores para conseguir pagar ao Lucho no fim de cada mês. Portanto, para bem do Vitinho, é bom que a equipa funcione bem porque as soluções não abundam para os azuis... E ainda bem. 


    O Sporting fez regressar João Gonçalves e Renato Neto e conseguiu os empréstimos de Xandão e Ribas. Devido a grandes dificuldades financeiras, o clube verde e branco não conseguiu reforçar-se como gostaria e apenas fez o que pôde para colmatar alguns pontos fracos da equipa.

    Já o Braga fez pequenas aquisições mas muito úteis. Miguel Lopes ex-Porto, Samuel ex-Anderlecht, Luís Alberto ex-Nacional e Rúben Amorim. Rúben que pediu desculpa ao clube da Luz, renovou com o Benfica por mais uma temporada e rumou a Braga por empréstimo de um ano e meio. Tenho pena desta ida do Amorim para o Minho sobretudo porque ele é benfiquista de coração. Mas concordo que não devem haver faltas de respeito dentro do clube e este castigo vai servir para ele aprender e para futuramente continuar o seu caminho de águia ao peito com o mesmo orgulho, amor e dedicação.

    No que toca ao mercado internacional não houve grandes surpresas como no ano passado onde transferências milionárias foram realizadas.
    Em Inglaterra, o Aston Villa recrutou o irlandês Robbie Keane do LA Galaxy, o Chelsea contratou o inglês Gary Cahill ao Bolton e a promessa De Bruyne ao Genk. Já o Everton foi um dos que investiu mais fazendo regressar a casa Donovan e Pienaar por empréstimo, fez ainda regressar João Silva do empréstimo e foi buscar Gibson ao United e Jelavic ao Rangers. O Fulham agarrou o russo Pogrebnyak ex-Estugarda para colmatar a saída de Zamora para o QPR que, por sua vez, investiu e bastante neste mercado de inverno. As contratações mais sonantes do QPR são Macheda do United, Taiwo do Milan, Onuha do City e, como já tinha dito, Bobby Zamora. O Manchester City conseguiu David Pizarro da Roma por empréstimo, que eu considero uma boa aquisição por parte de Roberto Mancini. Desta feita, o Newcastle gastou mais de 10M de euros no goleador Papiss Cissé para jogar ao lado do compatriota Demba Ba.
    Na liga espanhola também não há grandes novidades. O campeão do mundo de sub-20 Henrique foi para o Granada (clube de Carlos Martins) por empréstimo do São Paulo e o Sevilha fez regressar Reyes a casa e ainda contratou o goleador da liga portuguesa Baba por números bastante baixos tendo em conta a sua qualidade.
    Os italianos sempre gostaram muito de comprar e vender jogadores entre si. E estas transferências de inverno não foram excepção. Destaque para Muntari que trocou o Inter pelo Milan. Não muda de casa, nem de estádio, nem de balneário. Apenas de camisola.
    Os alemães muito dinheiro têm, mas pouco gastam. Uns autênticos tios Patinhas. Dou maior relevância ao Wolfsburgo que veio às compras a Portugal levando Felipe Lopes ao Nacional, Sissoko à Académica e ainda "roubou" Vieirinha ao PAOK. TM

Garganta Afinada. Top 20 ( nº 49 )

Depois do top relacionado com os Foo Fighters, partimos agora para um top20 de uma banda equiparável no valor do produto musical que consegue, mas claramente não na fama. Estes cidadãos dos Estados Unidos da América, muito pouco conhecidos para a globalidade das pessoas, nunca vieram a Portugal mas deviam. São eles os 12 Stones, uma das bandas que mais agrada aos administradores do Barba Por Fazer. Uma banda que nos caracteriza... um pouco. Estejam atentos ao próximo álbum da banda que vai ser lançado no dia 27 de Março deste ano.

TEMA : 12 STONES


1. 12 Stones - Lie to Me (Acoustic)
2. 12 Stones - World So Cold
3. 12 Stones - Broken Road 
4. 12 Stones - Let Go 
5. 12 Stones - It Was You 
6. 12 Stones - Arms of a Stranger 
7. 12 Stones - Photograph 
8. 12 Stones - Stay 
9. 12 Stones - The Way I Feel 
10. 12 Stones - 3 Leaf Loser 
11. 12 Stones - If I Could 
12. 12 Stones - Running Out of Pain 
13. 12 Stones - Unsaid 
14. 12 Stones - We Are One 
15. 12 Stones - Anthem For the Underdog 
16. 12 Stones - Tomorrow Comes Today 
17. 12 Stones - Far Away 
18. 12 Stones - Broken 
19. 12 Stones - Home  
20. 12 Stones - Crash