8 de junho de 2026

Mundial 2026: Previsão Grupo D

Damos sequência à análise relativamente detalhada dos 12 grupos que formam o maior campeonato do mundo de sempre. 48 equipas e 1.248 jogadores lutarão nos EUA (78 jogos), no México (13) e no Canadá (13) para erguer no dia 19 de Julho o troféu mais cotado da modalidade. À boa maneira americana, com uma atração incontrolável pelas grandezas, o Mundial 2026 terá 104 jogos, o que representa um aumento de 40 partidas em relação às 64 de formatos anteriores.
    Com jogos desde as 17 ou 18 horas (hora portuguesa) até, em alguns casos, às nossas cinco da manhã, preparem-se os bravos dispostos a ver toda a competição, porque além da sujeição ao fuso horário, podemos esperar jogos interrompidos ou adiados umas horas (o Mundial de Clubes de 2025 serviu de tubo de ensaio), o que poderá impedir o adepto que estiver a ver um Áustria-Jordânia iniciado às 5h, de se deitar às 7h da manhã como pretendido. Em campo, as temperaturas podem fazer suar (para lá do expectável) os corpos menos acostumados, e a alta carga de jogos acumulados por muitos jogadores pode traduzir-se, em muitos casos, num ritmo mais baixo e numa tentativa de através do controlo "abafar" correrias e jogos partidos. Basicamente, se és jogador, boa notícia se o jogo é em Los Angeles ou Vancouver, má notícia se vais jogar em Miami, Dallas ou Monterrey.
    Nestes 12 artigos, propomos um olhar global sobre cada grupo. Vamos puxar a cassete atrás e recordar o caminho da qualificação de cada uma das equipas, identificar forças e fraquezas de cada seleção, projetar os onzes iniciais - e que variantes ou nuances podem surgir ao longo do próximo mês, sendo quase certo que as equipas que vão chegar mais longe serão as que vão "aprender" mais sobre si próprias, sobre as outras, e ajustar na medida certa. Iremos tentar lançar até que fase pode chegar cada uma das seleções (um exercício ultra falível quando há o fator adicional de encontrar os 8 melhores terceiros) e que jogadores vão brilhar. Este é um Mundial para o qual não se qualificaram estrelas como Kvaratskhelia, Lewandowski, Szoboszlai e os italianos Donnarumma, Dimarco e Tonali; falham a prova por lesão nomes como Fermín López, Karl, Rodrygo, Estêvão, Xavi Simons, Panichelli, Kudus ou Ekitiké e por opção dos respetivos selecionadores Camavinga, João Pedro, muitos ingleses (Trent, Foden, Gibbs-White ou Cole Palmer), Mateus Fernandes e Mika Godts.

    Grupo D. D de Donald Trump? Quis o "destino" ou pelo menos a conveniência na calendarização que os anfitriões EUA (acolhem 75% dos jogos) ficassem no grupo da letra do nome do vencedor do prémio da paz FIFA. Que vergonha alheia, Infantino. Ao fim de 104 jogos, esperamos que o soccer se transforme definitivamente em futebol no léxico norte-americano, e o típico orgulho nacional pode levar o "Capitão América" Pulisic e companhia correrem ou acreditarem um pouco mais, num grupo onde, tecnicamente, a Turquia leva vantagem.
    A Turquia do italiano Vincenzo Montella só fez menos 3 pontos do que a Espanha na qualificação, antes de seguir para o Play-Off, onde ultrapassou Roménia e Kosovo. Americanos e turcos fazem-se acompanhar por uma seleção paraguaia que ficou em 6º, embora em igualdade pontual com Brasil, Uruguai e Colômbia, e uma Austrália (Soccer e Socceroos tudo ao molho) que competiu no contingente asiático, ficando atrás do Japão e acima da Arábia Saudita.

    Fiquem com a análise ao Grupo D:

1. EUA 
(Previsão: Eliminados nos quartos por Portugal)

  • Guarda-Redes: Matt Turner (New England Revolution), Matt Freese (Luton Town), Chris Brady (New York City FC)
  • Defesas: Sergiño Dest (Chicago Fire), Alex Freeman (Villarreal), Joe Scally (Gladbach), Chris Richards (Crystal Palace), Tim Ream (Charlotte FC), Auston Trusty (Celtic), Mark McKenzie (Toulouse), Miles Robinson (FC Cincinnati), Antonee Robinson (Fulham), Max Arfsten (Columbus Crew)
  • Médios: Tyler Adams (Bournemouth), Weston McKennie (Juventus), Sebastian Berhalter (Vancouver Whitecaps), Cristian Roldán (Seattle Sounders), Giovanni Reyna (Gladbach)
  • Extremos/ Avançados: Malik Tillman (Bayer Leverkusen), Christian Pulisic (AC Milan), Álex Zendejas (Club América), Timothy Weah (Marselha), Ricardo Pepi (PSV), Haji Wright (Coventry City), Folarin Balogun (Mónaco)
Selecionador: Mauricio Pochettino
Baixas: Johnny Cardoso, Patrick Agyemang

Forças: Christian Pulisic pode carregar o seu país numa caminhada respeitável de 4 a 6 jogos; Com poucos craques mas muitos jogadores certinhos, Calendário favorável (enfrentar a Turquia na 1ª jornada podia ditar um caminho global bem diferente); Pochettino tem matéria-prima para superar expectativas tendo por base um grupo fiel e cumpridor de 13/ 14 jogadores.
Fraquezas: Adeptos locais podem ser simultaneamente catalisadores do sucesso ou geradores de instabilidade com impaciência e falta de noção; Risco de Pulisicdependência. 

Equipa-Base (3-4-2-1): Freese; Freeman, McKenzie (Ream), Richards; Dest, T. Adams, McKennie, A. Robinson; Tillman (Berhalter), Pulisic; Balogun (Pepi)

Entre linha de 3 atrás e linha de 4, é bastante possível que os EUA de Pochettino sejam coisas diferentes ao longo da prova, e inclusive ao longo de cada jogo. Com um 11 que será formado na totalidade por jogadores a atuar na Europa, as exceções poderão ser o guarda-redes (Freese ou Matt Turner), Tim Ream (38 anos) e em certas fases Berhalter, filho do anterior selecionador.
    Sempre de forma a tentar criar situações para Pulisic e Tillman alimentarem Balogun, o host terá em McKennie e Tyler Adams os dois pilares de meio-campo, uma zona que poderá ser vivida a três com Berhalter. Na defesa, Chris Richards e McKenzie deverão estar sempre, mas compreende-se porque é que Pochettino tanto aprecia o jovem Alex Freeman: o jovem que o Villarreal contratou há pouco tempo aos Orlando City pode contribuir como central do lado direito (com Dest no 11), como lateral numa linha de 4 ou mesmo como ala.

Destaques Individuais (Previsão):


    A época em Milão não foi famosa, mas Christian Pulisic deve acreditar que nasceu para viver e brilhar neste torneio específico. Com a camisola 10, o "Capitão América" vai ter um enorme peso sobre os ombros, mas acreditamos que corresponda.
    Jogador que executa bem tudo o que se lhe pede, Weston McKennie estará sempre ligado telepaticamente a Adams, mas com o seu bom timing na chegada à área pode marcar mais golos do que o adepto comum está à espera. Golos pedem-se principalmente e Folarin Balogun - o avançado de 24 anos ficara injustamente de fora na convocatória de 2022 e pode vingar-se agora, com um selecionador que acredita nele. Em 2025/ 26 marcou 19 golos pelo Mónaco, cinco deles na Liga dos Campeões.
    Gostamos de Berhalter (deve rumar ao Derby County), caberá a Malik Tillman dividir despesas de criação com Pulisic, tudo indica que o esquema de Pochettino pedirá muito dos laterais - Antonee Robinson, eficaz a atacar e quase impossível de ultrapassar em 1 para 1, e Alex Freeman, o miúdo sensação da equipa da casa.


2. TURQUIA 
(Previsão: Eliminada pela Argentina nos oitavos)

  • Guarda-Redes: Ugurcan Çakir (Galatasaray), Mert Gunok (Fenerbahçe), Altay Bayindir (Manchester United)
  • Defesas: Zeki Çelik (Roma), Mert Muldur (Fenerbahçe), Kaan Ayhan (Galatasaray), Merih Demiral (Al Ahli), Ozan Kabak (Hoffenheim), Çaglar Söyüncü (Fenerbahçe), Abdülkerim Bardakci (Galatasaray), Samet Akaydin (Caykur Rizespor), Ferdi Kadioglu (Brighton), Evren Elmali (Galatasaray)
  • Médios: Salih Ozcan (Borussia Dortmund), Ismail Yuksek (Fenerbahçe), Hakan Çalhanoglu (Inter), Orkun Kökçü (Besiktas), Arda Güler (Real Madrid), Can Uzun (Eintracht Frankfurt)
  • Extremos/ Avançados: Kenan Yildiz (Juventus), Kerem Aktürkoglu (Galatasaray), Yunus Akgün (Galatasaray), Irfan Kahveci (Kasimpasa), Oguz Aydin (Fenerbahçe), Baris Yilmaz (Galatasaray), Denis Gül (FC Porto)
Selecionador: Vincenzo Montella

Forças: Quem tem Güler e Yildiz está sempre mais perto de praticar bom futebol; Possibilidade improvável de Montella escalar Demiral e Kabak como centrais faria com que a Turquia tivesse talvez a dupla de centrais mais forte no ataque à bola parada ofensiva.
Fraquezas: Não existe um 9 para finalizar o que os criativos pensam, mas caberá a Montella optar entre o adaptado ex-benfiquista Akturkoglu ou o exemplo na 1ª linha de pressão Baris Yilmaz; Dificuldade em lidar com a frustração costuma ser um traço negativo das equipas turcas.

Equipa-Base (4-2-3-1): Çakir; Çelik, Bardakci (Kabak), Demiral, Kadioglu; Yuksek (Uzun), Çalhanolgu; Güler, Kökçü, Yildiz; Akturkoglu (Yilmaz)

    A última vez que a Turquia esteve num Mundial ficou em 3º lugar. 24 anos depois, os turcos estão de volta à alta roda e apresentam um elenco que, se falar mais alto a qualidade técnica, acabará líder deste Grupo. E, julgamos, essa liderança decidir-se-á na derradeira jornada contra os EUA.
    Num 11 com pouco para inventar, Montella terá somente como dilemas o perfil de avançado titular e o papel de Kökçü. O antigo médio do Benfica, que a última vez que foi visto nas Américas estava num aceso bate-boca com Bruno Lage, pode ser o médio ofensivo mas também pode jogar mais atrás, ao lado do capitão Çalhanoglu, uma opção que abriria espaço no 11 para o benjamim do grupo, Can Uzun.

Destaques Individuais (Previsão):


    Enquanto a Turquia durar na competição, Arda Güler e Kenan Yildiz valem por si só o tempo despendido. O mágico do Real Madrid deverá ser a estrela mais brilhante da equipa, enquanto que Yildiz inspira ligeiros cuidados. O craque da Juventus saiu lesionado (panturrilha) num dos últimos jogos da época, mas já estará totalmente recuperado.
    Coadjuvantes, Ferdi Kadioglu será determinante na incorporação no ataque e a construir vantagens númericas do lado esquerdo, e Hakan Çalhanolgu é um jogador ímpar na bola parada, podendo esta Turquia ser forte nesse capítulo ao ter o astro do Inter e Güler nos cruzamentos.
    Não temos a certeza que dose de minutos e relevância vai ter Can Uzun, mas na nossa visão a Turquia mais arrasadora seria com Güler, Yildiz e Uzun ao mesmo tempo em campo.


3. AUSTRÁLIA 

  • Guarda-Redes: Mathew Ryan (Levante), Patrick Beach (Melbourne City), Paul Izzo (Randers)
  • Defesas: Jason Geria (Albirex Niigata), Milos Degenek (APOEL), Alessandro Circati (Parma), Harry Souttar (Leicester City), Cameron Burgess (Swansea), Lucas Herrington (Colorado Rapids), Kai Trewin (New York City FC), Jordan Bos (Feyenoord), Aziz Behich (Melbourne City), Jacob Italiano (Grazer AK)
  • Médios: Cameron Devlin (Hearts), Aiden O'Neill (New York City FC), Paul Okon (Sydney FC), Jackson Irvine (St. Pauli), Connor Metcalfe (St. Pauli), Ajdin Hrustic (Heracles)
  • Extremos/ Avançados: Awer Mabil (Castellón), Mathew Leckie (Melbourne City), Nishan Velupillay (Melbourne Victory), Nestory Irankunda (Watford), Cristian Volpato (Sassuolo), Tete Yengi (Machida Zelvia), Mohamed Touré (Norwich City)
Selecionador: Tony Popovic

Forças: Jordan Bos é uma locomotiva do lado esquerdo; Irankunda pode fazer pagar os adversários que cometerem faltas à entrada da área.
Fraquezas: Este Mundial chega porventura demasiado cedo para a nova geração australiana, composta por Irankunda, Mohamed Touré, Herrington e Volpato; 

Equipa-Base (3-4-3): M. Ryan; Circati, Souttar, Burgess; Italiano, Irvine, O'Neill, Bos; Irankunda, Leckie, M. Touré (Yengi)

    O mais forte dos dois representantes da Oceania não tem atualmente nenhum jogador conceituado como Tim Cahill, Harry Kewell ou Mark Viduka no passado.
    O trabalho de Popovic começa a dar frutos, e não excluímos uma qualificação para a fase a eliminar, com o atual formato a permitir que a Austrália chegue ao derradeiro encontro com o Paraguai com 0 pontos mas com hipóteses de passar.
    Com algumas semelhanças estilísticas com o que esperamos dos EUA, os Socceroos terão Mathew Ryan na baliza, e Souttar desejará apresentar o nível que o fez sobressair em 2022. O médio Jackson Irvine entrará em campo com o seu inconfundível bigode, dependendo muito do rendimento do trio Bos (ala esquerdo), Irankunda e Touré o sonho da passagem à fase seguinte.

Destaques Individuais (Previsão):


    Entre os laterais/alas esquerdos das seleções menos cotadas, Jordan Bos é o nome que nos chama mais a atenção. Com enorme disponibilidade física e muita vontade de marcar e assistir, o lateral do Feyenoord será um dos principais meios de transporte do jogo australiano.
    Estrelas emergentes no Championship, Mohamed Touré e Nestory Irankunda são as armas de Popovic para marcar golos. O avançado do Norwich apontou dois hat-tricks esta época e o ex-Bayern é um especialista em livres diretos. Com cabelo apanhado e bigode milimetricamente cuidado, Jackson Irvine é destaque mesmo antes do apito inicial do árbitro. Mas, calha bem, é um jogador igualmente fascinante de acompanhar durante os 90 minutos jogados.


4. PARAGUAI 

  • Guarda-Redes: Orlando Gill (San Lorenzo), Gatito Fernández (Cerro Porteño), Gastón Olveira (Olimpia)
  • Defesas: Gustavo Velázquez (Cerro Porteño), Juan José Cáceres (Dínamo Moscovo), Fabián Balbuena (Grémio), Gustavo Gómez (Palmeiras), Omar Alderete (Sunderland), Júnior Alonso (Atlético Mineiro), José María Canale (Lanús), Alexandro Maidana (Talleres)
  • Médios: Damián Bobadilla (São Paulo), Braian Ojeda (Orlando City), Andrés Cubas (Vancouver Whitecaps), Matías Galarza (Atlanta United), Maurício (Palmeiras), Diego Gómez (Brighton), Kaku Gamarra (Al Ain), Julio Enciso (Estrasburgo)
  • Extremos/ Avançados: Miguel Almirón (Atlanta United), Ramón Sosa (Palmeiras), Gustavo Caballero (Portsmouth), Gabriel Ávalos (Independiente), Tonny Sanabria (Cremonese), Álex Arce (Indep. Rivadavia), Isidro Pitta (RB Bragantino)
Selecionador: Gustavo Alfaro

Forças: Lesão do melhor jogador (Enciso) à beira da prova pode unir o grupo, que quererá manter-se vivo até ao eventual regresso de La Joya; Dupla de centrais formada por Gustavo Gómez e Alderete impõe respeito.
Fraquezas: Tínhamos projetado Enciso ser com margem razoável o grande destaque individual desta seleção; Na qualificação o Paraguai marcou 0,7 golos por jogo e Alfaro pode dar por si a ter que apostar num nome menos sonante mas mais concretizador e que seja um melhor alvo para a força criativa; Muitos jogadores atuam em campeonatos periféricos e menos competitivos.

Equipa-Base (4-2-3-1): Gill; Cáceres, G. Gómez, Alderete, Alonso; Cubas, Bobadilla; Diego Gómez, Maurício (Enciso), Almirón; Arce (Sanabria)

    No desempate entre Paraguai e Austrália, pode jogar a favor da seleção sul-americana a defesa mais experiente, embora uma teórica impossibilidade de contar com Enciso "mate" a Albirroja.
    No 4-2-3-1 do argentino Gustavo Alfaro, Gill pode acumular boas defesas neste grupo, e os laterais terão mísseis distintas. Cáceres há-de galgar mais metros e Júnior Alonso ajudará mais vezes a fechar junto dos centrais.
    Cubas (um daqueles médios que corre, corre e corre) e Bobadilla formarão o duplo pivô cuja tarefa será recuperar e entregar ao tridente formado por Almirón, Diego Gómez e, na ausência de Enciso, talvez Maurício.
    Na frente, Sanabria é o nome mais forte, mas é difícil ignorar o grande momento de Álex Arce, melhor marcador da atual edição da Copa Libertadores com 8 golos em 5 jogos. O ponta de lança dos argentinos do Independiente Rivadavia vive um bom momento e foi sinónimo de golos por vários clubes onde passou.

Destaques Individuais (Previsão):


    É sempre doloroso ver qualquer jogador que se vê privado de estar num Mundial por lesão, mas mais ainda quando se trata de um jovem talentoso e que principal porta-estandarte das esperanças do seu país. Ainda não é oficial se Julio Enciso recuperará a tempo de poder contribuir neste Mundial, mas invariavelmente a sua lesão acaba também por encurtar o horizonte e longevidade dos Guaraníes nos EUA.
    Sem Enciso, Miguel Amirón e Diego Gómez terão que dar cartas. Este Paraguai não tem o perfume técnico da Turquia nem a versatilidade tática e disciplina que EUA e Austrália podem oferecer, mas aos 32 anos Almirón quererá recordar os seus melhores períodos no Newcastle, e Gómez será chave na ligação meio-campo/ ataque.
    A voz de comando da defesa do Paraguai será o capitão de equipa, Gustavo Gómez, pupilo de Abel Ferreira no Palmeiras, e uma vez que não sabemos se Arce terá a confiança do selecionador, o nosso destaque final é Andrés Cubas, possivelmente o jogador desta equipa que - sem golos ou assistências, não lhe peçam isso - vai apresentar um rendimento médio mais elevado.

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