Este ano são menos os cabeças-de-cartaz, mas o maior deles todos destaca-se sobremaneira. Cristiano Ronaldo (só um jogador assim custa 117 milhões aos 33 anos de idade) escolheu a Juventus e a vecchia signora limitou-se a fazer tudo por ele.
A Premier League voltou a ser o campeonato com mais milhões gastos, mostrando cada vez mais viver numa realidade diferente, mas mesmo em terras de Sua Majestade a principal preocupação foi a de estabilizar as hostes e afinar plantéis. Não podemos dissociar das características globais deste mercado três factores: Cristiano Ronaldo, a (não) reacção do Real Madrid e o facto de poucos clubes grandes terem mudado de treinador. Vejamos. A vontade de mudar de ares de CR7 terá bloqueado por exemplo uma transferência que já se adivinhava como a de Gareth Bale para Manchester; tal como aconteceu em 2009 quando Ronaldo se transferiu do United para Madrid, e os red devils ficaram quietos sem alimentar um carrossel de transferências, também desta vez o Real, por vontade conjunta de Florentino e Lopetegui (ainda nos custa assimilá-lo como técnico dos merengues), preferiu acreditar no brilho maior de Bale, Benzema, Isco e Asensio, não indo atrás de nenhum galáctico (Hazard) que originasse um dominó de transferências. Finalmente, se pensarmos nos clubes mais poderosos da actualidade, este Verão apenas Real Madrid, PSG, Chelsea, Arsenal e Dortmund. Ora, Real preferiu preparar o futuro, o PSG estava refém do fair-play financeiro (não esquecer que activou uma opção de compra do empréstimo de Mbappé avaliada em 135 milhões), Arsenal e Dortmund não têm por hábito gastar fortunas, e no Chelsea Maurizio Sarri comprou pouco, acreditando que pode "espremer de outra maneira o plantel à sua disposição.
Posto isto, tivemos em conta o que o jogador custou (impossível ignorar um custo zero como o de Goretkza), o impacto que poderá ter na equipa e no campeonato tanto no imediato como no futuro através do seu potencial, o facto de suprir uma necessidade evidente da equipa, e ainda a modalidade do negócio (por exemplo, Kovacic rumar ao Chelsea num empréstimo sem opção de compra é-lhe prejudicial neste ranking).
Seguem-se então, sem mais demoras, as 100 principais transferências deste Verão, Cristiano Ronaldo e os outros. Destaque apenas para a excelente postura da Roma, Atlético Madrid e Barcelona.






6. Jorginho (Chelsea)


8. Naby Keita (Liverpool)




12. Riyad Mahrez (Manchester City)







20. Rodri (Atlético Madrid)



23. Alisson (Liverpool)

24. Diogo Dalot (Manchester United)


26. Richarlison (Everton)




30. Jean Michaël Seri (Fulham)

31. Kepa (Chelsea)


33. Fabinho (Liverpool)





38. James Maddison (Leicester City)

39. Bernd Leno (Arsenal)

40. Fred (Manchester United)

41. Lucas Torreira (Arsenal)




46. Gelson Martins (Atlético Madrid)


48. Xherdan Shaqiri (Liverpool)



51. Felipe Anderson (West Ham)

52. Nani (Sporting)




56. Gabriel (Benfica)




60. Facundo Ferreyra (Benfica)
61. Gerard Moreno (Villarreal)


63. Alireza Jahanbakhsh (Brighton)

64. Rui Patrício (Wolves)



67. Bernard (Everton)


69. Adama Traoré (Wolves)

70. André Schürrle (Fulham)

71. Ricardo Pereira (Leicester City)


73. Éder Militão (Porto)


75. Andriy Yarmolenko (West Ham)

76. Mateo Kovacic (Everton)





81. Odysseas Vlachodimos (Benfica)




85. Nicolás Castillo (Benfica)

86. Max Meyer (Crystal Palace)





91. André Gomes (Everton)


93. Raúl Jiménez (Wolves)



96. Jack Wilshere (West Ham)


98. Jakub Jankto (Sampdoria)

99. Matheus Cunha (Leipzig)









